terça-feira, 11 de novembro de 2014


O homem subjetivo dos dias hodiernos, nada diferente do primordial homem troglodita.
Nada se explica por inteiro nesta nossa vida de terráqueos!
O fato de tudo ser inexplicável nos arremete a Deus em sua infinita sabedoria.
- Como explicar os universos que formam o corpo psicofisiológico do homem?
É um paradoxo pleno afirmar-se que a matemática, a física são ciências exatas, onde existem dízimas periódicas simples e compostas, logarítmos, pi = 3,1415... etc...
A única verdade absoluta de todas as ciências é que, elas não são absolutamente absolutas...
Nada do que existe é igual a outro nada, se é que podemos assim escrever ou dizer.
Somos congruentes apenas, porém, jamais iguais!
Impressões digitais não são iguais, gêmeos idênticos são completamente diferentes nos seus detalhes etc...
E, como nos atrevemos escrever sobre a evolução integral do homem, temos a esperança de nos aproximarmos da consciência dos atos e fatos de nossas vidas.
Ao olharmo-nos do ponto de vista reticular, podemos ver que nada no nosso ser é igual, apenas assemelham-se, aqui encontra-se o grande mistério cósmico, ou divino, não importa o nome de se dê, importante que isto é um fato.

“Navegar é preciso”
Não se vive à toa,
Como diria “Fernando.”
“O Boa Pessoa”.
“Navegar é preciso”.
Matar o ego, é incisivo.
- Esperar até quando?
Não fique indeciso!
O espelho é pobre,
Não seja Narciso.
A vida é um jogo – jogue.
Mas, seja Pessoa,
Pois, “navegar é preciso”.

sexta-feira, 19 de setembro de 2014


Renasce sempre das entranhas essa força estranha de se ter de amar, sem saber tramar força tamanha. Poder-se doar, ajudar e amenizar a dor do estranho sem medir valor tacanho, e sem desvalorizar o inexplicável. Acontece que, quando se ama recebe o favor afável e passa-se para o outro lado da trama maior a qual vai aliviar a própria dor singela do amante-mor, da sentinela, sem sentir nela a insignificância da pseudo-ânsia tragicômica à do semelhante em pauta. Portanto, nada falta. Ajudar a outrem é ajudar a si mesmo. Simples assim, como saborear feijão com torresmo. Para ser feliz há de ser serviçal. Na realidade há de ser absolutamente nada, após ser provado pelo sal a salmodiar simplesmente a vida, sem nada dela entender e sem se aborrecer com frase adquirida. Isto é ser tudo, o próprio sortudo à espera do futuro sobretudo, que sempre antecede o além da vida.

Ame assim, se for capaz.


Jbcampos

O homem nasce, vive e; morre às vezes aflito. Constrói e destrói ao som de antigo grito, assim a vida continua pela eternidade afora. Onde a alegria e o lamento de dentro se afloram. Esse misto misterioso, doido de gostoso xisto, faz do homem mau às vezes generoso crístico. Fato deste ato escabroso, impensado, ajustado e refletido em hipocrisia, ao sarcasmo do ser enganado ao nascer do mito.
Como o homem gosta do sofrimento, essa é a verdade inconteste, já que a continuação da vida é gerada por grande confusão, distribuída em grande lamento, alimentando o desconhecido coração em sua retrógrada intenção.
Campear chifre em cabeça de cavalo” no desejo de encontrá-lo, sabendo-se de que essa realidade é mentirosa, restando apenas à espiga do badalo, ao fim de seu falido falo. É a vida dolorida repleta de pleno regalo.
Assim caminha o mito sado masoquista simulando particular e falsa conquista.
Na ilusão morre o homem, nasce o mito advindo da confusão.
Viver simplesmente não carece de quase nada, conquanto, se valorize os bens intrínsecos da vida humana, assim viveram os ícones do amor, dando exemplos à cegueira humana, que não enxerga sequer o óbvio ao transcorrer de muitos anos.
Hoje, 24h apenas, um prato de comida, uma cama pequena, uma peça de roupas, uma simples guarida e sou feliz eternamente pelo resto de minha vida descente. Ah... A minha mente pra sonhar, completa minha felicidade nesta antiga eternidade, acrescida do autoamor de amar o próximo como a mim mesmo, cheio de alegre redundância, já que a crítica ortográfica não me faça cair do meu modesto chão, pois, sou a própria crítica, meu irmão.


domingo, 18 de maio de 2014

Dom Sucesso

AMAZON COMPANY

Dom Sucesso. 
Esse é o cara! 

APRESENTAÇÃO

Olá pessoal, eu sou "humildemente", Dom Sucesso, venho diretamente do meu reinado, o Best-Seller "O Sucesso A Cada Segundo".
"Humildemente"; porque dependo apenas do desejo de felicidade de cada ser humano. Sou também o imperador invisível do planeta Terra, já que meus súditos correm sofregamente ao meu encalço. Sou etéreo e exerço influência profunda sobre a personalidade de meus súditos, que pode ser o presidente de um país de primeiro mundo como sobre a mais humilde criatura humana. "À camaleão hermafrodita", sou a própria felicidade! Habito o coração do ser humano que se encontre no estado de graça. Ratifico: Estou no coração alegre, não importando a condição social de cada um. Portanto, sou de fácil acesso. Ora sou mais, ora menos, ora sou parte, ora sou pleno, porém, sempre sou. Ninguém pode tomar esta minha coroa, pois, reino absoluto no desejo de bem-estar de todos os homens. 
ISBN/EAN13: 1499595999 / 9781499595994 
Page Count: 162 
Binding Type: US Trade Paper Trim Size: 
5.06" x 7.81" 
Language: Portuguese 
Color: Black and White 
Related Categories: Self-Help / Motivational & Inspirational

Dom Sucesso

quinta-feira, 15 de maio de 2014

CARTILHA DO SUCESSO ASTRAL

Não devemos nunca desanimar, e quando cairmos, caiamo-nos em pé, posto que, saber perder é reconhecer com hu­mildade o seu grande sucesso, pois, nada mais louvável do que o ato de aprender!         
Vem calmaria, vem tempestade intempestiva, mas elas to­das se vão.   
Então somos atletas na corrida da vida, ora descansamos e ora lutamos no caminho ao pódio do sucesso.          
Todas as manhãs, quando levantamos para outra luta, mesmo porque, quando estamos dormindo, estamos so­nhando e vivendo momentos in­conscientes de resoluções de problemas mentais, justamente para as apli­carmos no nosso dia a dia. Ou seja: Somos lutadores, ou trabalhadores incansáveis perenalmente.       
Bem, vamos trocar esse fardo pesado, por um jugo mais leve o qual con­vencionamos chamar de luta para resolução de problema, ou apenas pro­blema, amenizando-o ainda mais para: aprendizado. 
Neste aprendizado, nossa situação fica até meio jocosa, pois temos de co­meçar como mestres para sentirmo-nos alunos.               
Os problemas aparecem, e temos de resolvê-los, e sentimo-nos como ver­dadeiros alunos de cada resolução.        
Existe aquele problema matemático que a escola nos ensina a resolvê-lo, pois, consideramo-lo empírico.         
Ma sobra aquele problema intrincado de ordem psicossomática, o qual, nem especialista resolve. Porém, a sua resolução às vezes é de ordem simples e natural, a natureza resolve. 

        
CARTILHA DO SUCESSO ASTRAL

domingo, 11 de maio de 2014

A DESCIDA DO EREMITA

A DESCIDA DO EREMITA

- Amigo leitor, de onde viemos e para onde vamos? 
Estes escritos têm a pretensão de lhe mostrar o caminho pelo qual, você, caro amigo leitor, encontrará o seu próprio caminho rumo à tão almejada felicidade. Você poderá achar este introito um tanto petulante, porém, afirmamos-lhe, que nasceu do imo da nossa alma, creia! Desejamos-lhe prazerosa leitura, com a honra desta dedicatória, pois, você é o causador maior do nosso ensejo de escrever.
O iluminado 
Capítulo 1 
A MONTANHA DOIRADA 
Lá do alto, bem do alto da montanha descia o homem, também conhecido pela alcunha de: “O Homem da Montanha”. Descia para viver seu aprendizado, que era realmente muito diferente do convencional. Houvera vivido longos dias no cume daquela montanha de porte médio, pouco admirada pelos homens, talvez pelo desinteresse mineral exploratório, oxalá, interesses latentes e futurólogos por pedras britadas, mesmo assim lá estava vivendo o eremita. Vegetariano por força circunstancial. Jonas, o nome do profeta-horticultor, muito jovem ainda, subira ao monte e descobrira uma gruta, buraco da natureza, o qual, sem a menor sombra de dúvida, passou a figurar como objeto de sua paixão. Seu grande sonho, como ele próprio dizia, era a paleontologia. Sendo residente contumaz daquela loca incrustada no granito refratário e gélido, sem fazer o menor sentido para alguns poucos conhecedores deste seu novo endereço que, somente por este simples fato, proferiam palavras ignominiosas a seu respeito, referenciando ao seu modo de vida tão incomum. Ao lado esquerdo daquela enxovia, a alguns metros, um escarpado com suas bordas floridas e uma beleza verdejante central, faziam notórios os valores vegetarianos de Jonas. Um veio d’água da grossura de polegar de pessoa normal, escorria de dentro da gruta, como se fosse gente grande em sua perenidade, cujo curso fora direcionado para o belo escarpado vergel, sendo pelo sistema de irrigação hidráulico, natural e por gravidade, confeccionado em mangueiras, imerso sob a Alameda das Formigas, com placa indicativa, estando grafado na entrada da caverna, somente um número, o: 1 (um). Alameda das Formigas, nome este que Jonas arranjou para endereço, inspi-rado no grande formigueiro que existia no caminho que levava à entrada daquela enorme caverna. Então, Jonas, movido pelo seu espírito parnasiano, escreveu estes versos inspirado nas formigas trabalhadeiras daquele local.

A DESCIDA DO EREMITA