Jbcampos
O homem nasce, vive e; morre às vezes
aflito. Constrói e destrói ao som de antigo grito, assim a vida continua pela
eternidade afora. Onde a alegria e o lamento de dentro se afloram. Esse misto
misterioso, doido de gostoso xisto, faz do homem mau às vezes generoso crístico.
Fato deste ato escabroso, impensado, ajustado e refletido em hipocrisia, ao sarcasmo do ser enganado
ao nascer do mito.
Como o homem gosta do sofrimento, essa é
a verdade inconteste, já que a continuação da vida é gerada por grande confusão,
distribuída em grande lamento, alimentando o desconhecido coração em sua retrógrada
intenção.
“Campear chifre em
cabeça de cavalo” no desejo de encontrá-lo, sabendo-se de que essa realidade é
mentirosa, restando apenas à espiga do badalo, ao fim de seu falido falo. É a vida dolorida
repleta de pleno regalo.
Assim caminha o mito sado masoquista
simulando particular e falsa conquista.
Na ilusão morre o homem, nasce o mito
advindo da confusão.
Viver simplesmente não carece de quase
nada, conquanto, se valorize os bens intrínsecos da vida humana, assim viveram
os ícones do amor, dando exemplos à cegueira humana, que não enxerga sequer o
óbvio ao transcorrer de muitos anos.
Hoje, 24h apenas, um prato de comida, uma
cama pequena, uma peça de roupas, uma simples guarida e sou feliz eternamente pelo
resto de minha vida descente. Ah... A minha mente pra sonhar, completa minha
felicidade nesta antiga eternidade, acrescida do autoamor de amar o próximo
como a mim mesmo, cheio de alegre redundância, já que a crítica ortográfica não
me faça cair do meu modesto chão, pois, sou a própria crítica, meu irmão.
Nenhum comentário:
Postar um comentário